O Fórum Galaico Transmontano, Círculo de Estudos e Divulgação, vai organizar no próximo dia 4 de julho de 2018, pelas 18.00 horas, na Biblioteca Municipal de Chaves, uma conferência dedicada ao tema "Combate de 8 de julho de 1912, em Chaves. Esta iniciativa tem o apoio da Câmara Municipal de Chaves.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
VIII ENCONTRO DE ESCRITORES E JORNALISTAS DO ALTO TÂMEGA, BARROSO E GALIZA
14 DE JULHO DE 2018
PROGRAMA
9 h e 30 m – Recepção na Câmara Municipal de Vila
Pouca de Aguiar.
10 h – Auditório da Misericórdia
INTERVENIENTES
Presidente do Fórum Galaico Transmontano
Representante da Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar
PALESTRANTES
Dr. Barroso da Fonte – “Saga da Santidade de D. Afonso
Henriques”;
Dr. José Manuel
Carvalho Martins – “Pelo
Alvão”;
D. Federico Justo
Mendez – “Viriato no
caminha da sua História”.
Jornalista Agostinho Chaves.
13 h e 30 m – Almoço no Restaurante “O FERREIRINHO”.
15 h – Visita às Minas Romanas de Jales:
Centro interpretativo e descida ao interior da Mina (facultativo).
Inscrições : Prazo – Até 7 de Julho de 2018.
Preço – 20€ Sócios
22,50€
Convidados
Apresentação de duas separatas, com distribuição gratuita aos
sócios e venda aos não sócios, a 5€ cada separata.
NOTA: As inscrições poder ser feitas na
Sede do Fórum situada na Rua Dr. Morais Sarmento, Urbanização da Raposeira,
loja nº 19 – 1º andar, em Chaves.
Quarta feira – 15 h às 17 h e Sexta feira das
15 h às 17 h.
Informa-se os estimados associados que têm quotas em atraso,
poderão regularizá-las, bem como adquirirem as revistas e recolher informações.
Contactos: Luís Carvalho – 967118617 e
Benjamim Fernandes- 917350330
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
O MEU TIO GASTÃO
Corria o longínquo
ano de 1938, quando o meu tio Gastão, de férias em Chaves, vindo de Angola,
onde era professor no Liceu Diogo Cão, convenceu a minha Mãe Ernestina Sousa
Dias, sua irmã mais nova, a deixar-me ir para Angola, a fim de lá estudar e
viver com ele e sua mulher, minha tia Maria Amélia. A minha Mãe, tendo ficado
viúva de Luís Augusto dos Reis, meu Pai, muito cedo, e com quatro filhos para
criar, acabou por anuir, consciente como estava das extraordinárias qualidades
pessoais do meu tio.
A adaptação a uma
nova realidade, e a frequência do Liceu Diogo Cão, com apenas 11 anos de idade,
não foi difícil para mim, sobretudo pelo apoio e pelas características humanas
e intelectuais do meu tio.
Na verdade, para além
da sua grandeza humana e ampla cultura geral, o meu tio facilmente leccionava
cadeiras do ensino superior, com elevado mérito e competência, sobressaindo a
matemática, que ele muito apreciava. Nas aulas de estudo, que funcionavam no
internato de apoio ao Liceu, para os alunos provenientes de outras zonas de
Angola, que não da Huíla (Sá da Bandeira), o meu tio era o professor mais
solicitado pelos alunos para esclarecimento sobre várias disciplinas, mesmo
algumas que não eram as suas.
Para além de
republicano convicto, possuía uma capacidade exímia para escrever, o que fazia
regularmente, tendo a colaboração da minha tia Maria Amélia, sobretudo na
revisão dos textos.
Ora, a minha tia,
sobrinha do Coronel Augusto Ribeiro de Carvalho, comandante de Infantaria do
Regimento de Chaves, possuía uma ampla e elevada cultura, pouco vulgar na
época, e que era muito apreciada pelo meu tio, sobretudo pela valiosa
colaboração que lhe prestava na revisão dos textos, como referi anteriormente.
Mas, de todas as
características que o distinguiam, as que mais apreciava nele, eram a
compreensão, a procura de isenção e justiça, e a capacidade pedagógica para
leccionar e, sobretudo, o gosto com que o fazia, tornando fácil para o aluno
aquilo que, inicialmente, parecia difícil. Nasceu para ser professor e foi
sempre a pessoa certa para ensinar, desenvolvendo modelos de comportamento, de
compreensão e civismo que deveriam ser a imagem na sociedade de então.
O meu tio Gastão e o
Cónego da Catedral de Luanda, Alves da Cunha, nosso conterrâneo, eram as duas
pessoas que melhor conheciam a História de Angola, sendo, por esse facto,
reconhecidos com todo o mérito.
O Cónego Alves da
Cunha, também ele natural de Chaves, e nosso amigo comum, era uma pessoa muito
considerada e respeitada no universo angolano, tendo como sua imagem de marca,
ajudar os transmontanos que, frequentemente, chegavam a Luanda à procura de
emprego e de uma vida melhor do que na sua terra natal.
Também não posso
esquecer a sua última aula, organizada pela reitoria do Liceu Diogo Cão,
ocorrida no anfiteatro do ginásio, à qual assistiram, naturalmente, as
autoridades de Sá de Bandeira, e algumas centenas de alunos e ex-alunos que ali
se dirigiram, vindos das localidades mais recônditas de Angola, para assistirem
a tão justa homenagem à pessoa que mais tinha contribuído, pela sua dedicação,
amor e entrega, para a formação humana, cultural e social de tanta juventude
que teve a honra de o ter como mestre e pedagogo. Também recordo a viagem que
eu próprio, o Vasco Sousa Dias, seu filho, o Fernando Padrão e o Rui Lara, seus
antigos alunos, fizemos, desde Nova Lisboa a Sá da Bandeira para também
assistirmos à mais bela cerimónia de homenagem, ao homem e professor, que nos
tinha marcado, positivamente, para toda a nossa vida.
Deixando de parte
outras recordações, por serem demasiado extensivas, mas que retive na memória
para sempre, refiro, apenas, o seu ato de coragem e patriotismo ao participar
na primeira Guerra Mundial e, igualmente, por ter sido o primeiro a hastear a
Bandeira da República no Castelo de Chaves, após a implantação da República.
Para terminar, trago
ao conhecimento de todos o seu espírito de amizade e, por vezes também, o seu
bom humor, lembrando uma pequena história que, um dia, lhe ouvi contar:
“Quando da visita a
Chaves do Rei D. Dinis, como era usual verificar-se, várias figuras locais
foram-no cumprimentar. E, entre outros, eis que um abastado agricultor
presenteou-o com um agradável e apetitoso cesto de figos, fruta da época.
Exagerando, porém, nos cumprimentos e no discurso, o agricultor começou por
tratar o Rei, primeiro por digníssimo soberano, depois por alteza e, mais tarde
por excelência, altura em que o Rei, chamando alguém do seu séquito, lhe disse:
«Dá-lhe com os figos no cú, antes que me trate por tu» ”!
Hoje em dia, existem
poucos homens como o meu tio GASTÃO, para que o mundo pudesse ser aquele OÁSIS
que, certamente, a NATUREZA pretendia que fosse.
Miratejo,
24 de Novembro de 2016
Manuel
Sousa Dias Reis
O CAPITÃO GASTÃO SOUSA DIAS E O SEU TEMPO
A primeira metade do século XX foi
marcada, em Chaves, por várias personalidades de grande dimensão humana, que
ali nasceram ou viveram e que influenciaram significativamente, quer o
quotidiano, quer a forma de pensar da sua gente. Algumas dessas personalidades
alcançaram verdadeira relevância nacional, nuns casos mais duradoura do que
noutros, permanecendo ainda hoje vivamente na memória de muitos flavienses.
São, entre outros, os casos de: Augusto César Ribeiro de Carvalho (Chaves, 1857
– 1940) e o seu filho António Germano Guedes Ribeiro de Carvalho (Chaves, 1889
– Lisboa, 1967), aclamados como heróis nacionais pelos seus feitos militares;
Cândido Narciso da Cunha Sotto Mayor (Lebução, Valpaços, 1852 – Lisboa, 1935),
o banqueiro e grande benemérito da cidade de Chaves; Artur Maria Afonso
(Montalegre, 1882 – Chaves, 1961), por alguns considerado como o maior poeta
flaviense de sempre; António Joaquim Granjo (Chaves, 1881 – Lisboa, 1921),
político de grande influência na vila de Chaves do primeiro período da
República e cujo destino trágico tanto emocionou o país inteiro; José
Timóteo Montalvão Machado (Chaves, 1892 – Lisboa, 1985), médico e estudioso de
múltiplos interesses.
Está bom de ver que estes flavienses
não surgiram no deserto. Outros houve que, no mesmo ambiente, desenvolveram
semelhantes capacidades e as mesmas qualidades de carácter, traduzidas em vidas
dignas e obras meritórias. Não se pode estranhar que estejam entretanto
largamente esquecidos. Tanto nos indivíduos como nas sociedades, o esquecimento
é uma parte do processo natural de adaptação a circunstâncias novas. O silêncio
quase absoluto de hoje a seu respeito é, afinal, um sinal pungente de como
essas circunstâncias mudaram dramaticamente. Se hoje, entretanto, mantemos
admiração por esses nossos maiores, é porque reconhecemos neles qualidades que
continuamos a valorizar. E assim, parece claro o proveito que haverá no
conhecimento mais detalhado de tais figuras. Seremos com certeza capazes de
compreender melhor quem somos e quem queremos ser se pudermos lembrar o que
foram e o que fizeram e qual o exemplo que nos deixaram homens como o Capitão
Gastão Sousa Dias.
Gastão Sousa Dias foi um militar,
professor e publicista que se distinguiu sobretudo pela sua intervenção cívica
no período entre a instauração da República em Portugal e o ano da sua morte,
em 1954. Foi uma das figuras mais destacadas na sociedade flaviense da Primeira
República, que defendeu como militar, como jornalista e como pedagogo. Em 1923
foi para Angola, onde, a par de Bento Esteves Roma (Chaves, 1884 – Lisboa,
1953), Monsenhor Manuel Alves da Cunha (Chaves, 1872 – Luanda, 1947) ou José
Agapito Montalvão da Silva Carvalho (Chaves, 1897 – Lisboa, 1957), foi um dos
magníficos flavienses que tiveram em mãos grande parte dos destinos daquela
antiga colónia portuguesa.
Todos os factos apresentados neste
esboço biográfico podem ser comprovados documentalmente. Não se trata, no
entanto, dum estudo de História. Pretende ser, apenas, uma forma de divulgação
dum flaviense insigne, ao mesmo tempo que são apresentados alguns elementos que
permitam uma melhor compreensão da sua obra e do seu percurso de vida.
José Pedro Verdelho Alves
domingo, 2 de outubro de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Oito séculos de Língua Escrita
Com este título na capa e
contracapa e com o símbolo do Fórum Galaico transmontano – círculo de
Estudos e divulgação- foi distribuído pelos seus associados, convivas e
técnicos dos serviços culturais da região, o volume nº 5 da Revista que dá
nome, sentido e cobertura a este grupo de intelectuais da fronteira norte, nas
áreas de influência de Chaves e de Verin. Mais ampla do que a antiga fronteira
dos Povos promíscuos, da velha Galiza que
tem hoje a juventude do primitivo Reino Galego, esta ampla região
luso-transmontana nunca se desentendeu, apesar dos artificialismos fronteiriços
que nenhum convénio desfaz, quando a Terra é a mesma e a alma humana se funde e
confunde por cada geração que passa. Há oito anos, como há oito séculos, a
geração que preside aos destinos desta aldeia global, criou o Fórum
Luso-Galaico. Tem hoje 120 pessoas de lá e de cá que se identificam pelos usos
e costumes, pela gastronomia, pela região, pela ancestralidade e também pela
esperança de mais oito séculos, tão unidos como hoje. Essa gente de ambos os
sexos, velhos e novos, escolarizados e candidatos a todas as artes e ofícios
que a Região extrai da terra que pisa e das fragas em que descansa, cultiva o
gosto de viver em comunhão, troca experiências, saberes e culturas, numa
espécie de lusofonia agalegada, que robustece os dois idiomas novilatinos.
Esta sã e multi-secular
convivência que remonta ao Condado Portucalense e se fundiu em 1096 com o
casamento do Conde de D. Henrique com D. Teresa Afonso, em Entre os Rios Minho
e Douro, reforça-se ao longo da Fronteira entre de La Guardia e Zamora, através de associações
que visam a junção de culturas, de saberes, de gostos e de vontades.
O Fórum
que é fruto da forte vontade de estreitar essas relações, deve-se a Fernando
Rua Castro que há seis anos criou uma publicação anual, que condensa ideias,
projetos e realizações comuns entre os de cá e os de lá e vice-versa. Por cada
encontro que realiza, apresenta uma espécie de ata que faz a recolha e a leitura
dos acontecimentos de ambos os lados. Assim foi o VI Encontro que já se fizera
em Montalegre, em Valpaços, em Boticas, em Verín e em Chaves, concelhos que
pertencem à região do Alto Tâmega.
A confraternização sócio-cultural
abriu na Sexta-Feira, (29), ao início da Tarde no Ecomuseu Espaço Padre Fontes
com a distribuição do V número da Revista Fórum Galaico- Transmontano. No dia
30 invocaram-se memórias vivas que se apagaram com a morte, mas permanecem
entre nós como referenciais a seguir. Dessas memórias fala a revista. E aqui
ficam citadas pela ordem em que alguns vivos, falam daqueles que conheceram,
mas já partiram: Francisco Añón, Álvaro de Carvalhal, Ramón Otero Pedrayo,
Miguel Torga, Fernão de Magalhães Gonçalves, Bento da Cruz e Sampaio Marinho.
A publicação mudou de grafismo, de formato e de papel, deu
guarida a colaboradores de vários tipos de formação e de notabilidade
literária, desde o catedrático Telmo Verdelho, ao tribuno galego Ramón Otero
Pedrayo, desde o laureado Pires Cabral, ao monógrafo António Mosca, desde o
biógrafo José António Silva à poetisa Manuela Morais. A António Chaves e Maria
José Afonso coube a tarefa maior e mais aprofundada sobre Bento da Cruz.
Telmo Verdelho teve o cuidado
científico, como linguista profissional da Universidade de Aveiro, de
publicitar, traduzir e expor «os mais antigos documentos em galego-português».
Começa por dizer que «são já passados oito séculos desde que D. Afonso II
entendeu fazer um testamento com a preocupação confessada de assegurar a sucessão
pacífica e acautelar o sufrágio da sua alma». Longo no ponto 1 afirma que «o texto então redigido nos chegou,
relativamente isolado, como o primeiro documento régio escrito em Língua
Portuguesa e, durante muitos anos foi considerado o primeiro texto conhecido em
que se iniciava a escrita em vernáculo português». Adianta, entretanto que se
tornaram ultimamente conhecidos documentos privados que antecipam em cerca de
40 anos, a data das primeiras tentativas até agora conservadas para dar
expressão escrita ao vernáculo galego-português. Pelo que podemos dizer que a
«Língua Portuguesa já tem cerca de oito séculos e meio de memória escrita». E
que o ensaio da escrita em «latim vulgar» (dita por oposição à língua latina),
pode ter começado algum tempo antes, durante o reinado de Afonso Henriques.
Da página 7 à 23 delicia
Telmo Verdelho os leitores deste exemplar número um, da Revista do Fórum
Galaico- Trasmontano. Mesmo que o Padre Lourenço Fontes venha a seguir com
cinco páginas, onde demonstra que «Palavras as leva o vento» a Direção do
Fórum promoveu um excelente fim de
semana cultural nas Terras de Barroso.
Barroso da Fonte
quarta-feira, 13 de abril de 2016
sexta-feira, 1 de abril de 2016
VI Encontro com os Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza
29 e 30 de Abril de 2016
Montalegre e Vilar de Perdizes
29 de Abril
Montalegre - Ecomuseu
14H30 - Apresentação da Revista Fórum nº 5
15H00 - Inauguração da exposição: Encontro de Encontros. A história dos Encontros do Fórum Galaico-Transmontano (2011 - 2015)
15H30 - Visita: Exposição fotográfica do escritor Bento da Cruz (sócio honorário do FGT)
30 de Abril
Vilar de Perdizes
9H30 - Receção no Centro Social e Paroquial
10H00 - Sessão de abertura
Prof. Orlando Alves - Presidente da Câmara Municipal de Montalegre
10H15 - Sessão cultural
Encontros da escrita em Trás-os-Montes - Pe. António Lourenço Fontes
Caminhos de Santiago - D. Julio Alonso Miranda
11H30 - pausa para café
11H40 - "Bento da Cruz - A imagem viva" - António Chaves/ Maria José Afonso
12H00 - Luta Galhofa - demonstração ao vivo
13H15 - Transporte para Montalegre
Montalegre
13H30 - Almoço na Casa da Avó Chiquinha
Queimada pelo Padre Lourenço Fontes
Momento musical: Fadista Vitor Vagaroso
17H30 - Visita ao Ecomuseu
18H30 - Entrega de certificados de participação
Inscrições até ao dia 26 de Abril de 2016
Inscrição: 20 euros
Contactos: 917612234 - 914308901 - 963091651
e-mail: fgtransmontano@gmail.com
Montalegre e Vilar de Perdizes
29 de Abril
Montalegre - Ecomuseu
14H30 - Apresentação da Revista Fórum nº 5
15H00 - Inauguração da exposição: Encontro de Encontros. A história dos Encontros do Fórum Galaico-Transmontano (2011 - 2015)
15H30 - Visita: Exposição fotográfica do escritor Bento da Cruz (sócio honorário do FGT)
30 de Abril
Vilar de Perdizes
9H30 - Receção no Centro Social e Paroquial
10H00 - Sessão de abertura
Prof. Orlando Alves - Presidente da Câmara Municipal de Montalegre
10H15 - Sessão cultural
Encontros da escrita em Trás-os-Montes - Pe. António Lourenço Fontes
Caminhos de Santiago - D. Julio Alonso Miranda
11H30 - pausa para café
11H40 - "Bento da Cruz - A imagem viva" - António Chaves/ Maria José Afonso
12H00 - Luta Galhofa - demonstração ao vivo
13H15 - Transporte para Montalegre
Montalegre
13H30 - Almoço na Casa da Avó Chiquinha
Queimada pelo Padre Lourenço Fontes
Momento musical: Fadista Vitor Vagaroso
17H30 - Visita ao Ecomuseu
18H30 - Entrega de certificados de participação
Inscrições até ao dia 26 de Abril de 2016
Inscrição: 20 euros
Contactos: 917612234 - 914308901 - 963091651
e-mail: fgtransmontano@gmail.com
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Conferência em Verín, pelo nosso Delegado D. Federico Justo Méndez
O Fórum Galaico Transmontano, através do seu Círculo de Estudos e Divulgação apoia os seus associados e neste caso, o seu Delegado de Verín, nesta conferência "Viriato Y su Historia, Origen da la Villa de Verín", a ter lugar na Casa da Cultura de Verín, às 15.30 horas, do dia 30 de Janeiro (sábado).
O evento terá o apoio da Câmara Municipal de Verín.
O evento terá o apoio da Câmara Municipal de Verín.
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Encontro Com Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza 2016
O VI Encontro de Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza terá lugar no dia 30 de Abril de 2016 em Vilar de Perdizes.
A data definitiva e o programa serão divulgados oportunamente.
A data definitiva e o programa serão divulgados oportunamente.
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
O Fórum Galaico-Transmontano: Círculo de Estudos e Divulgação tem o prazer de o convidar para assistir à sessão de lançamento do livro de poemas: Poesia, amoras & presunto, de João Barroso da Fonte.
Esta colectânea poética tem capa e contracapa com reprodução de Nadir Afonso e prefácio de Ernesto Rodrigues. A obra será apresentada por António Chaves, n/associado e Presidente da Direção da Academia de Letras de Trás-os-Montes.
A sessão decorrerá no Ecomuseu de Montalegre pelas 16 horas do próximo sábado.
O livro tem edição e distribuição da Tartaruga Editora que atribuiu ao João Barroso da Fonte o Prémio Nacional de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves- 2015.
O autor de: Poesia, amores & presunto, é associado do Fórum Galaico-Transmontano.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
ATIVIDADES DO FÓRUM GALAICO-TRANSMONTANO
Passeios com história:
- Rota do românico (concelho de Chaves)
- Rota dos Pobos Promiscuos (Vilarelho da Raia)
- Rota nascente do Tâmega (Verín)
-Roteiro pelas povoações de Fornos do Pinhal; Santa Valha; Barreiros e Sonim (Valpaços)
- Ecomuseu de Barroso e castelo de Montalegre
- Boticas Parque, natureza & Biodiversidade
- Parque Arqueológico do Vale do Terva
Presença:
XIII Feira do Livro (Montalegre)
II Encontro Ibérico de Confrarias Báquicas (Peso da Régua)
Festival de Vindima de Monterrey
Exposição de Pintura em Barreiros (Valpaços)
Homenagem a José Batista e Barroso da Fonte (Montalegre)
Tertúlia:
Tradições Carnavalescas em Trás-os-Montes e Galiza
Apoio aos escritores:
Bento da Cruz; Barroso da Fonte; António Chaves; José António Silva; Xerardo Airas Valsa; António Mosca; Dionisio Pereira; Luis Anspeçada; Rui Sousa; João Tavares.
Encontro com os Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza em:
Valpaços; Montalegre; Chaves; Verin; Boticas.
Edição da Revista Fórum nºs: 1 - 2 - 3 - 4.
Magusto/Convívio em:
Chaves; Monterrey; Vilarelho da Raia; Barreiros
Na Assembleia-Geral a realizar no dia 2 de dezembro de 2015 será discutido e aprovado o plano de atividades para o ano de 2016.
- Rota do românico (concelho de Chaves)
- Rota dos Pobos Promiscuos (Vilarelho da Raia)
- Rota nascente do Tâmega (Verín)
-Roteiro pelas povoações de Fornos do Pinhal; Santa Valha; Barreiros e Sonim (Valpaços)
- Ecomuseu de Barroso e castelo de Montalegre
- Boticas Parque, natureza & Biodiversidade
- Parque Arqueológico do Vale do Terva
Presença:
XIII Feira do Livro (Montalegre)
II Encontro Ibérico de Confrarias Báquicas (Peso da Régua)
Festival de Vindima de Monterrey
Exposição de Pintura em Barreiros (Valpaços)
Homenagem a José Batista e Barroso da Fonte (Montalegre)
Tertúlia:
Tradições Carnavalescas em Trás-os-Montes e Galiza
Apoio aos escritores:
Bento da Cruz; Barroso da Fonte; António Chaves; José António Silva; Xerardo Airas Valsa; António Mosca; Dionisio Pereira; Luis Anspeçada; Rui Sousa; João Tavares.
Encontro com os Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza em:
Valpaços; Montalegre; Chaves; Verin; Boticas.
Edição da Revista Fórum nºs: 1 - 2 - 3 - 4.
Magusto/Convívio em:
Chaves; Monterrey; Vilarelho da Raia; Barreiros
Na Assembleia-Geral a realizar no dia 2 de dezembro de 2015 será discutido e aprovado o plano de atividades para o ano de 2016.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Exposição de Pintura em Barreiros, Valpaços
A Associação Cultural e Recreativa S. Vicente, de Barreiros, concelho de Valpaços, e o Fórum Galaico-Transmontano, têm o prazer de convidar os associados para visitar uma exposição de pintura, em Barreiros, na Junta de Freguesia a partir do dia 6 de agosto, às 16 horas.
A exposição estará patente ao público até ao dia 16 de agosto de 2015.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Homenagem a José Baptista e Barroso da Fonte
O município de Montalegre, no último dia da XVI Feira do Livro, rendeu homenagem a José Dias Baptista e Barroso da Fonte, dois autores locais que assinalam 50 anos de vida literária. Um momento que fechou, com chave de ouro, dias de intensa atividade cultural. Orlando Alves, presidente da autarquia, classificou a cerimónia como «um momento alto» todo ele «carregado de simbolismo».
O fecho da XVI edição da Feira do Livro de Montalegre ficou marcado pela homenagem que o município prestou a dois vultos da cultura barrosã: José Dias Baptista e Barroso da Fonte. O pretexto foi a comemoração do meio século de vida literária que estes dois filhos da terra assinalam no corrente ano. Um momento carregado de simbolismo como fez questão de vincar o presidente da edilidade: «não esperava que os dois escritores barrosões fossem já tão vetustos. Comemoram 50 anos de uma vida dedicada à palavra, ao verbo e à escrita e faz todo o sentido que tenhamos para com eles um gesto de simpatia, ternura e reconhecimento fazendo do seu percurso o mote desta edição da Feira do Livro de Montalegre». Orlando Alves referiu que estivemos perante uma cerimónia simples o que não significou que não tivesse uma alta carga de «simbolismo». O autarca sublinhou ainda: «a circunstância de termos aqui o anterior e também o atual Presidente da Academia de Letras Transmontanas é muito enaltecedor e gratificante para quem organiza e para os homenageados». Daí que, acentue Orlando Alves, «foi um momento alto desta singela cerimónia» onde «foram deixados testemunhos e palavras surpreendentes que os homenageados irão levar para casa e recordar».
TIVERAM A PALAVRA
José Dias Baptista – Escritor homenageado
«Sinto um orgulho enorme de ser barrosão, de receber esta homenagem e ainda bem que há quem reconheça algumas qualidades nos barrosões. Durante todos estes anos destaco a apreciação que um grande academista fez sobre a minha poesia. Para além da investigação histórica e da história da literatura, desde o 15 anos de idade que a poesia ocupa um lugar na minha linha de escrita. Sou avesso a homenagens mas esta foi especial e gostei. Sinto-me orgulhoso e muito feliz por saber que o povo barrosão vai lendo a minha atividade».
Barroso da Fonte – Escritor homenageado
«Faço 50 anos de autor em livro. O primeiro foi "Neve e altura" e referia-se à região de Barroso. A Câmara Municipal de Montalegre foi simpática connosco. Somos dois autores da região e congratulo-me publicamente pelo apreço que mostraram em relação ao nosso trabalho. Nós e outros autores do concelho cumprimos um dever. Barroso não nos deve nada, nós é que devemos muito a Barroso. Estou feliz e irei continuar a cumprir o meu dever. Sinto-me satisfeito, também, por ver alojados, na Biblioteca Municipal de Montalegre, 70 coleções dos jornais regionais que ofereci e cujo valor real é de 35.000 euros».
Ernesto Rodrigues – Presidente da Assembleia Geral da Academia de Letras de Trás-os-Montes
«Já conhecia o Barroso da Fonte há vários anos. O José Dias Baptista foi uma surpresa completa, como poeta, historiador e contista. São dois nomes que reúnem história, ficção e poesia. Li o Barroso da Fonte enquanto poeta interessado em temas angolanos, da guerra colonial, o que para mim foi uma surpresa. Por outro lado, li José Dias Baptista enquanto poeta, com o pseudónimo Miguel Montes, mas também como contista na recolha de textos populares aos quais faz uma ligeira alteração. É um historiador, não só do Barroso mas de temas que vão para além desta pátria. O facto de eu vir a Montalegre traduz o apreço e a estima que lhes dedico».
Fernando Rua Castro – Presidente do Fórum Galaico Trasmontano
«Nós apoiamos os escritores e os jornalistas. Um dos autores, Barroso da Fonte, é associado do nosso fórum e temos acompanhado de perto a vida literária destes escritores. Era nosso dever homenagear estes vultos do Barroso».
Texto e fotos extraídos do sítio na internet da Câmara Municipal de Montalegre
quarta-feira, 3 de junho de 2015
V ENCONTRO DE ESCRITORES E JORNALISTAS - BOTICAS 2015
A bonita vila de Boticas acolheu dia 23 de Maio, uma boa meia centena de agentes da Cultura, da chamada região do Alto Tâmega. Um dia solarengo, com os montes a evidenciar as belezas arbóreas, na sua plenitude campesina, com gorjeios melódicos da passarada que se misturam com os ruídos dos tratores agrícolas numa simbiose de saudade, de enlevo e de perfume.
A Direção do Fórum Galaico-Transmontano, fundado em 5 de Dezembro de 2008 e com sede em Chaves, entendeu marcar o V encontro para o auditório do Centro Cultural Nadir Afonso. Nesse magnífico pólo dedicado ao imortal Barrosão, Nadir Afonso, se fez a receção e se pôde visionar a coleção de todas as edições do Jornal «Ecos de Boticas». No confortável auditório se ouviram oportunas palavras de boas-vindas do Presidente do Fórum-Galaico, Dr. Fernando Rua Castro e do Presidente da Câmara de Boticas Dr. Fernando Queiroga. Seguiram-se duas importantíssimas lições de sapiência. A primeira do sócio do Fórum Federico Justo Méndez que fez um resumo histórico sobre a «Vida e Origens de Viriato», guerreiro contra o exército romano que viveu 50 anos antes de Cristo e que nunca se soube, ao certo, se foi uma figura real ou mítica. As Gentes de Viseu reclamam a sua ligação à «Cava de Viseu». Este embaixador luso- galaico, tão conhecido como o chouriço de Barroso, veio dizer a Boticas que – afinal - Viriato terá nascido no castro de Groum «lugar situado a sul da Serra do Larouco Júpiter Saturno, num lugar próximo de um arroyo que desagua em los nascientes del río Búbal». Viriato viria a ser assassinado, perto do local onde teria passado a sua infância. O texto integral dessa comunicação foi publicado na revista Fórum Galaico—Transmontano, nº 4, nesse dia distribuída pelos associados e posta à venda.
A confirmar-se esta versão, dois mil e tal anos depois de nascido, Viriato poderá corresponder a um autêntico guerreiro dos fins do império Romano, num lugar que na altura era dominado por esse Império, mas que hoje corresponde à fronteira entre Portugal e Galiza, ou seja: no sopé da serra do Larouco, entre Santo André, Gralhas, Solveira, Vilar de Perdizes e Gironda. Há dados seguros de que a Via XVII passava por Caladunum ou Ciade, vinda de Chaves, onde se fazia a bifurcação para Braga, Lugo e Astorga.
Outro tema que ocupa treze páginas desta última edição da Revista Fórum Galaico Transmontano tem a ver com duas dioceses que existiam, há 1700 anos, na região do Alto Tâmega e de que recentemente se restaurou uma: a Aquae Flaviae, para justificar a designação de um seu bispo titular: Dom Pio Alves de Sousa que ingressou na Diocese do Porto, como bispo auxiliar.
Cerca de meio século antes de se fundar a diocese Flaviense que teve como único titular o famoso Bispo Idácio, existira a diocese de Beteca que foi criada antes da fundação do Reino da Galiza pelo rei Hermerico. Ao tempo recebeu o nome latino de Diocesis Betecensis e teve como bispo titular Sabino. Foi por volta do ano de 314. Menos de um século depois, apareceu o Bispo Idácio à frente do Diocese Flaviense (em 462). Em A Voz de Trás-os-Montes de 5 de Março de 2015, o Bispo Amândio Tomás, da diocese de Vila Real, alude a um convívio de sacerdotes das dioceses de Ourense e de Vila Real que decorreu no Santuário de Nossa Senhora dos Milagres. Nesse encontro de sacerdotes luso-galaicos afirmou: «este encontro de Padres das duas Nações e Dioceses vizinhas é inédito. Ajuda-nos a repensar a pastoral e estratégias, na senda dos evangelizadores, a ter consciência das necessidades das duas Dioceses. Evocamos com gratidão, a figura de Inácio de Límia, nascido cerca do ano 390, em Ginzo de Límia e falecido em Chaves em 470.
Nas 13 páginas deste nº 4 da Revista Fórum menciono, como autor, o livro «Patrologia Galaico-Lusitânia» da autoria de Dom Pio Alves que nas páginas 65-69 relembra o papel decisivo do Bispo Idácio que esteve na base do desenvolvimento da cidade de Chaves que há 1700 anos foi, com a congénere da Beteca (Boticas), o epicentro de um grande impulso evangelizante. Bem pode estender-se a outros, de nomeada como: Academia de Letras de Trás-os-Montes, Grupo Cultural Aquae Flaviae, Grémio Literário de Vila Real.
Aludimos ainda à comunicação do Prof. Catedrático Telmo Verdelho sobre o papel da Língua Portuguesa. Uma aula magistral que agradou a uma assistência numerosa e atenta, proferida a dez dias de distância da data de 13 de Maio que ficará na História necrológica como o golpe de misericórdia, pela entrada em vigor do (des) acordo ortográfico para uso, no reino da Lusofonia.
O fundador e Presidente do Fórum Galaico-Transmontano e a sua Equipa deram um passo decisivo no aprofundamentos dos objetivos deste organismo cultural que tem vindo a extinguir as portas que durante vários séculos fecharam as relações linguísticas, culturais, sociais e políticas entre povos que desde a Batalha de S. Mamede, em Guimarães, em 1128, até aos nossos dias, tantos estragos causaram a cidadãos de ambos os lados que pertenceram ao mesmo Reino (da Galiza), se entendem pela mesma língua, os mesmos usos e costumes e sempre puxaram pelos mesmos ideais de liberdade, da fraternidade e de progresso ibérico.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
V Encontro com os Escritores e Jornalistas do Alto Tâmega, Barroso e Galiza Boticas - 23 de maio de 2015
Dr. Jorge Barreto Xavier - Secretário de Estado da Cultura
Sessão cultural:
"Antecedentes históricos sobre la vida y origenes de Viriato"
D. Federico Justo Mendez , historiador
"O galego-português: 800 anos de palavra escrita"
Prof. Doutor Telmo Verdelho, Prof. Catedrático - Univ. Aveiro
Visita: Boticas Parque, natureza & Biodiversidade
Parque Arqueológico do Vale do Terva
Data limite de inscrição: 18 de maio de 2015
Sócios do FGT com as quotas em dia: inscrição gratuita
Não sócios: 15,00 euros
segunda-feira, 20 de abril de 2015
V ENCONTRO COM OS ESCRITORES E JORNALISTAS DO ALTO TÂMEGA, BARROSO E GALIZA
Boticas, 23 de maio de 2015
PROGRAMA
9h30 Receção aos participantes no Centro de Artes Nadir Afonso
10h00 - Sessão de Abertura do V Encontro
Dr. Paulo Barreto Xavier - Secretário de Estado da Cultura
Dr. Fernando Queiroga - Presidente da Câmara Municipal de Boticas
Dr. Fernando Rua Castro - Presidente do Fórum Galaico-Transmontano
10h30 - Sessão Cultural
Prof. Doutor Telmo Verdelho , Prof. Catedrátio da Univ. Aveiro
D. Federico Justo Mendez, historiador - Verin
12h15 - Exposição do jornal Ecos de Boticas
13h00- Almoço (Hotel Rio Beça)
15h00 - Visita:
Boticas Parque, natureza & Biodiversidade
Parque Arqueológico do Vale do Terva
18h00 - Entrega de certificados de participação
19h00 - Encerramento
Data limite de inscrição: 18 de maio de 2015
Sócios Fórum: inscrição gratuita (com as quotas em dia)
Não Sócios: 15 euros
E-mail fgtransmontano@gmail.com
Contactos: 917 612 234 ou 963 091 651
Transferência bancária:
NIB 0010 0000 49287120001 52
IBAN PT50 0010 0000 492871200015 2
terça-feira, 3 de março de 2015
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
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